14 de junho de 2009
Esta semana fui tipo ameaçada pelas coisas
Que escrevo em meu blog.
Pode não ter sido uma ameassa,
Mas foi deste modo que li o e-mail que recebi.
A pessoa disse que está pensando
Em copiar o que escrevi e colocar
No blog dela usando como uma arma.
Ela pensou estar me ensinando
Que a palavra é uma arma.
Já sei disso faz tempos!
Aliás, sei disse pelo uso e pela literatura,
Pois Mikhail Mikhailovich Bakhtin
Ensinou-me isso isto faz tempos...
Gosto do termo que ele utiliza
Ela não fala em arma em violência como você
Acho que pega mais leva por questão de cultura lingüística,
Por ser um estudioso na área, ele diz que a palavra
Discursiva ou escrita é uma arena, logo lugar de batalha ou dialogismo.
Por pensamentos, idéias...
Mas que não há vitoriosos apenas
O livre arbítrio de dizer o que se pensa e sente.
Eu não tenho medo de escrever o que penso e sinto,
Se as pessoas se doem pelo que escrevo
Aconselho que não venham aqui ler
Ou que entre na arena discursiva.
Do modo como quiser, pode até ir pegar e colar isto aki
E fazer a montagem que quiser.
O original está aqui às montagens
Apenas serão reflexões a partir
Deste fragmento de pensamento original.
Não há necessidade de aconselhar-me sobre
O aperto de botões, afinal, tenho ciencia das coisas
Que escrevo e penso! Sinto e penso, logo escrevo!!!
Meus pensamentos não são eternos
São apenas fruto das coisas que vivo e penso,
Fruto da minha experiência
E a Lei que nas entrelinhas de “confinamento”
Ameaçaram-me sobre o ato de pensar e escrever, também
Garante-me a liberdade de fazer os registros de autoria que eu quiser,
E de usar alguns que não sejam meus com autorização de seus autores.
Sem manipulá-los ou tentar distorcer o que eles disseram
A partir de minha experiência de vida e de leitura de quem se sente ofendida
Ou infinitamente enaltecida...
Isto se chama liberdade de expressão de pensamento
Garantida nos países onde a ditadura e censura não pode nos tocar.
Se um dia eu precisa usar as ameaças que me foram feitas, faria uma única edição:
Que retira o nome daqueles que foram envolvidos e do próprio censurador.
Afim de proteger a integridade da pessoa humana.
Mas penso não precisar fazer uso,
Pois esta reflexão deixa bem evidente do meu ponto de vista.
Que sou contra a censura seja ela de qual forma for...
Que não tenho medo de escrever, de pensar, apertar botões...
Porque para por fora minha experiência vivida na carne.
Aos que visitam este espaço
A primeira postagem fala sobre esta situação
Sobre para que uso este espaço.
Sei que muitos se retirarão daqui talvez induzido por esta pessoa
Mas isto pouco me importa...
Continuarei aqui sempre escrevendo para mim mesma.
E para alguns leitores que sei que acompanham
Alguns que conheço e outros tantos que não têm face.
Todos são bem vindo!!!
Pois tem ali do lado o registro de que estão “lendo-me”
Que concordam e discordam de minhas idéias.
Mas nunca fiz um convite à concordância,
Meu convite sempre foi à visita de meus pensamentos,
Minhas múltiplas formas de expressão...
Mas a postagem de comentário é aberta a todos, o que significa
Que cada um pode “me lê” pode evidenciar suas idéias...
Se vou concordar com elas é outra questão.
Mas afinal, quem está preocupado com isto?
Só mesmo os censuradores!
A questão é:
Só me silenciarão quando voltar à ditadura,
E caso ela volte acredite farei parte de movimentos
Que as subvertas como, por exemplo, algo tipo o Pasquim...
Se for pegar morrerei pelas minhas idéias.
Se eu tiver sorte serei exilada.
E no exílio continuarei escrevendo, pensando, vivendo...
Eu digo não a ditadura!
É engraçado se olharmos na história
A ditadura sempre começa assim, vem como
Única forma de saída de um governo,
Leva a população ao desespero...
Tenta fazer você se sentir culpado por algo que não é!!!
Diz que vai suas palavras contra você.
Tudo com diplomacia e uma camuflada violência.
A ditadura quer lhe instaurar o medo e o desespero em você.
Mas eu não tenho medo.
Sempre me apropriei de conhecimentos sobre:
Sistemas, governos, psicologia, filosofia, política, história, linguagem...
É claro antropologia!
E enquanto muitos recuam quando são ameaçados
Eu permaneço no mesmo lugar
Fazendo as mesmas coisas que fazia antes.
Dou uma paradinha pra falar:
“Ei ditadura eu sei que você está aí!”
Mas minha vida e meu pensamento
Continuam com ou sem você!
A ordem e desordem de teus discursos não afetam o meu.
Pois eu reconheço que nasci na Teoria do Caos de Prigogine.
Eu digo não! A censura!!!!
By H.Strega
Conversando com Aldrin,
Uma pessoa mais que especial
Sábia e verdadeira, como poucas
Que conheço neste mundo.
Que chegou em minha vida
Para me ou nos ensinarmos (um ao outro)
A nos tornarmos
Seres de luz no mundo
E a nós mesmo perdemos a hora de tanto papear.
O tempo passa, voa, aí entendo do tempo-não-tempo,
Do qual ele e as profecias Maias falam...
Outro dia conversávamos sobre
A dificuldade que temos em fechar portas,
Para que novas portas se abrirem
E que nossa trajetória possamos continuar.
Mas segundo ele sem fecharmos
Firmemente estas portas as novas não se abrirão
E ficaremos confinados na triste escuridão
Na amorfomidade de viver.
Sou mais radical que Aldrin
Acho que certas portas,
Não podem ser somente trancadas
Pois o inimigo pode ficar enfurecido de estar
Fora de nossa vida
E querer arrombar a porta.
Sou a favor de que a porta seja arrancada
E que uma parece seja construída em seu lugar
Para não dar ao outro a oportunidade de sequer
Olhar pelo buraquinho da chave.
Se for para cortar laços
Sempre me lembrou de um amigo
Feche todas as portas e recomece sua vida.
E deixe a antiga porta apenas na memória
Como experiência acumulada
Para viver as novas portas que se abrem de modo mais feliz!
By H.Strega
Pobre alma inquisidora
Que se sente mais forte
Feliz e abençoada que as outras.
Pobre alma infeliz
Que vive dimensões que não reais
Pobre alma inquisidora
Que acha que sua felicidade
Faz a infelicidade das outras.
Seja feliz de verdade, liberte-se
Alce vôos seja você
Sem preocupar-se com as outras
Afinal, a preocupação nos faz infeliz!
Sonha alma inquisidora,
Vive alma inquisidora,
Poetize alma inquisidora,
Alucine-se alma inquisidor...
Faças as coisas que te dão vontade
Procure ser autentica e verdadeira consigo mesmo
Não tente provar isto aos outros.
Preocupe-se mais com suas concepções
Aos entendimentos lunáticos que você supõemQue outras ânimas têm de você!
Preocupa-te com quem és!
Sabemos que és boa!!!
Esqueces os frutos de tua imaginação e turvas leituras
Vai brincar de ser feliz
É isto que desejo para todas as almas
Começando pela minha
Indo até a daquele que me entenda como inimigo.
Vamos povoar o mundo de almas
Livres e muito pouco inquisidoras,
Se possível que nada tenham de inquisição!By H.Strega
11 de junho de 2009
A arte de guerra: faz da gente guerreiro também! Mas guerreiro de luz.
3 comentários Postado por Helô Strega às 18:48Estou conhecendo dois tipos de pessoa em uma só:
Feita de artificialidades e uma face feita de falsidades.
A gente sente quando uma pessoa é verdadeira
Ou quando só está pensando em si mesmo.
Os artificiais mantém o comportamento
Padrão dito correto socialmente.
Os falsos fingem que sofrem por/ com você
Mas no fundo só estão preocupados com a própria
Felicidade a ponto de chorarem com você
Por uma questão, um sentimento...
Mas daki a segundos esta ali do outro
Lado assinando e produzindo publicamente
Tudo que lhe magoa.
Mas no momento seguinte, se não momentâneo
Ficam a “lhe abraçar dizendo que te amam”.
Seria mil vezes preferível uma guerra declarada.
O um exibicionismo de quem se sente vencedor,
A ser abraçado por quem finge que com a gente sente dor.
Porque quando a gente começa a perceber que esta pessoa
Faz este movimento duplo na nossa dor aumente.
Mas acho que no fundo
Esta é a verdadeira intenção da pessoa:
Ver-te morrendo de dor!
E ela de perto fingindo que te dar amor!
Acho que intenção de ficar por perto
É para garantir sua morte, dupla morte...
Da dor que já se instaura e de quando você percebe
Que durante todo o tempo
Quando a pessoa resolveu de fato entrar pra arena
O amor dela por você acabou, mas ela dedicou-se a dissimular.
E te vê e te faz lentamente definhar
Com mil e uma atitudes evidentes e no aparente.
Que dizem: vou te matar!
Afinal, tudo o que eu quis foi ganhar!
Pessoas que trabalham com lógicas
Onde só elas vencem e se esquecem
Que em algum momento você já esteve com ela.
Nessa trajetória de vitória!
Pior que a rejeição é dissimulação e traição camuflada e constante!
Que todos os dias Deus me ajude a reconhecer
Os inimigos que se fingem de amigos em meu caminho
E que me ajudem a proteger-me deles
Na medida do possível e necessário!
Amém!
By H.Strega
É sentir-se impotente perante
As armadilhas da vida,
Questões que estão para além da vontade humana.
Coisas que precisam ser entregues
Nas mãos de uma entidade superior
Que chamamos de Deus.
Quando as pessoas sente ou entendem
Que a única saída é a graça divina
Elas se esquecem que Deus
Pode fazer uso de seres humanos
Para chegar até nós.
Nos trazendo conforto, amizade, perspectivas...
Eu acredito que Deus pode
Enviar pessoas ao nosso caminho
Para nos ajudar a mudar ou melhorar nossa história.
Mas no envolvimento da dor ficamos tão confinados, mutilados
E imobilizado pelo problema grave que nos toca.
Que simplesmente achamos
Que aqueles que querem estar ao nosso lado
Parecem estar com pena de nós!
E nos recusamos a receber sua ajudar
Queremos só a ajuda de Deus,
Mas esquecemos que Deus se usa de muitos caminhos,
Múltiplos instrumentos e pessoas
Que podem nos ajudar a ir a diante!
Não existe acaso, neste caos que parece ser a vida.
Deus silenciosamente está sempre ordenando as coisas.
O que para nós é desordem é ordem na perspectiva Divina.
Que o amor de Deus tome conta de nós
E nos ensine a ver e aceitar seus múltiplos caminhos de auxílio.
10 de junho de 2009
Em uma pessoa que converso constante
Que sabe das angustias mais profundas da minha alma
Esta pessoa sempre me aconselhou
Amparou-me, nunca acusou-me em nada
Sempre me encorajou...
E me disse uma coisa, que eu nunca mais
Vou esquecer na minha vida:
“Helô não liga para nada
Você faz as coisas que são para serem feitas
Sem medo de se expor, sem medo de viver de verdade
Não fica só no discurso vai para ação”.
Nunca ninguém me acolheu tão bem
E de forma tão verdadeira como ela.
Nunca me acusou de nada,
Mas sempre se posicionou nas coisas
Que eu falava concordando ou discordando
E revelando seus motivos,
O mais maravilhoso
É que ela sempre me disse:
“Isto é o que eu penso,
Mas faça o que você acredita.
Se tudo der certo festejaremos juntas,
Se tudo der errado eu te abraço e te dou colo,
Fico aqui para você desabafar!
Seja sempre você, assim, nada artificial.”
E hoje estou sabendo um pouco das feridas dela
As dores mas profundas de sua alma
Quem vem sangrando historicamente.
E sabendo disto eu chorei de tristeza
E emoção durante o dia.
Por saber que tenho uma amiga tão forte.
E se eu pudesse neste momento juro
Pegava um avião e ia aí te dar um colo.
Mas ela tem suas timidez, suas necessidades de se esconder,
Não de medo, mas para melhor amudurecer suas idéias.
E neste momento tudo o que eu posso fazer é orar por Ela
Fazendo a mesma coisa que fez comigo
Faça o que fizer, sempre estarei do seu lado,
Para a gente rir e chorar
E independente da emoção do momento se abraçar.
Receba agora de nossas terras ambas frias.
O meu mais caloroso abraço!
Te amo infinitamente mesmoooooo!!!!!!
7 de junho de 2009
Palavras Sinceras - para alguém que provavelmente as deletará...
0 comentários Postado por Helô Strega às 22:36A noite do primeiro dia da semana começa como um pesadelo. Buaaa....
0 comentários Postado por Helô Strega às 21:05Eu só queria ajudar
Estar do seu lado
Dar-te as mãos.
Ver seu avanço
Como de crianças que aprendem a andar
Meio desequilibradas entre medo e coragem.
Põe-se a caminhar...
Curtas ou longas distâncias
Cada um escolhe por onde
Seus pés vão trilhar.
Cada um faz a cadencia da velocidade
Que pode agüentar, onde sonha que seus pés podem o levar.
Seja de forma rápido, lenta,
Arrastada ou alguns passos carregados.
O importante é caminhar.
Estou novamente em um deserto
Meu Oásis foi tão curto mal pude sentir paz!
Mas agora é hora de levantar e enfrentar
O sol quente do deserto
A arreia fina que arde os olhos e faz sangrar.
Arreia que obscurece a visão.
Passo pesado que afunda na arreia
E torna a caminhada mais difícil e pesada!
Mas é preciso ir em frente
Esperar o encontro de outro Oásis.
Pois ele foi só uma ilusão
De que vive sonhando com a Felicidade
Que é não é para qualquer um não!
Continuarei caminhando
Quem sabe meu Oásis verdadeiro chega!
Seja por mim encontrado.
E não passe de mera ilusão!
Tenho medo do deserto
Do frio intenso à noite
Do sol que queima durante o dia
Da arreia que fere os olhos com o vento
Da difícil caminhada na arreia que me afunda.
Os primeiro passos são acompanhados de muita tristeza,
Solidão e lágrimas...
Mas continuo a caminhar...
By H.Strega
Ciclos de uma forma de amar: Deserto-Oásis-Deserto-Oásis...
0 comentários Postado por Helô Strega às 11:18Meu coração deu pulos de alegria
Meu domingo fico até mais quente
Apesar do frio que está fazendo lá fora.
Não sei por quanto tempo a alegria
Veio para ficar.
Mas isso pouco me importa.
O importante é que ela está aqui
Pulsando dentro de mim
Alimentando os sonhos
Permitindo-me alimentá-la de sonhos
E toda a dor fica menor
Que os grãos da areia mais fina do deserto.
O deserto passou!
Não estou preocupada por quanto tempo.
O importante é que encontrei meu oásis.
Ele está verde cheio de vida
Tem água fresca, sombra de belas árvores...
E uns tocos de madeira
Onde a gente sente e fica conversando
Sobre a falta que sentimos um do outro
Enquanto enfrentávamos nossos desertos.
Sobre o quanto erramos tentando acerta.
E juntos chegamos à conclusão:
Que é mentiroso o ditado que diz que o inferno
Está cheio de boas intenções.
É sempre indo e vindo que nossos encontros se fazem.
Entre desertos e oásis
Entre dores e alegrias
Entre tentativas de demonstrar amor, amizade, carinho
E dizer um ao outro:
Não importa o que aconteça
O modo como eu aja ou reaja
Do meu jeito eu te amo!
E agora sabendo disso quero aproveitar
Com você este oásis, seja ele eterno ou passageiro.
Pois eu sei que cada encontro, desencontro e reencontro nosso
É regido por formas de amar singulares.
É justamente a diferença que nos une.
E não importa mais quantos mais desertos terei que atravessar
Sentir a dor dá areia que nos deixa cego,
Que faz os olhos sangrar pelo forte vento
E pela frágil criatura que somos atravessando nossos desertos.
Vou chorar de saudade, de medo, porque sou humana.
Mas continuarei a caminhar pelos desertos que hão de vir,
Só porque eu sei que em algum momento
Te encontrarei lá na frente em algum oásis
E nele viveremos momentos
Para além da conta do que se possa transcrever aqui
No meu empobrecido vocabulário
É bom encontrar-me com você
Neste Oásis da História da Vida!
Te amo infinitamente e incondicionalmente!
Sabes onde me encontrar: estou sempre caminhando por aí
Teu abraço me eterniza!!!! Te quero para sempre por aqui.
By H.Strega
6 de junho de 2009
"Um amigo virtual leu o meu blog e me perguntou:
- Ei me ensina a amar?
Eu falei:
- Ei doido não entendeu nada do que leu, se é que leu.
Nunca tive a sorte de ser amada. Sempre amei solitariamente.
Sem ser correspondida ou a correspondencia sempre foi pela metade
Ou ainda, na candestinidade.
Não me lembro na minha história de vida de ser bem correspondida.
Mas sim me lembro de ter histórias, interessantes.
Habitadas por aventuras, perigos...
Que guardavam no final beijos intensos
E atos de amor-sexo dos quais não me esquecerei jamais.
Confesso a você meu amigo, que na loteria do amor,
Eu nunca ganhei um só prêmio que fosse verdadeiro.
E quando era supostamente sorteada, milhões de outras ganhavam comigo.
E das bençãos de Afrodite, não houve uma,
Que eu estivesse no lugar certo, na hora certa, com a pessoa exata.
Sempre amei muito, infinitamente, incondicionalmente...
Quando amo; se eu puder a faço a terra virar ao contrário
Para reviver momentos.
E olha que às vezes pareço forte ou ter poderes.
Faço de tudo pelo bem de quem amo, tudo mesmo.
E nem ligo, pro que pensam ou falam.
Não sou de ficar parada sempre me movo.
Mas nunca me senti verdadeiramente amada.
Acho que sempre ganhei fragmentos...
Pra dizer a verdade migalhas de amor.
Mas cada farelinho me fez bem.
Um dia os deuses olharão para mim
E me abençoarão com um amor recíproco.
Me desculpe, mas não posso lhe falar de amor.
Posso falar de alguém que vive, sonha...
Mas ainda não saber o que é amar e ser amada:
Isso deve ser o amor de verdade.
I'm sorry!!!
By. H.Strega
5 de junho de 2009
Mas não bateu com delicadeza,
Ficou socando, batendo, chutando
Fazendo pressões de multiplas formas
Querendo forçar sua entrada.
Eu chorei de medo
Do que estava lá fora
Por mais que desejava abrir
E deixar entrar, para
Acabar com todo tormento
Angustia de estar trancado, fugindo
Se encondendo, deixando de ser quem sou.
Mas se a saudade entra me mata
E se não a deixo entrar
Mais cedo o mais tarde morrei, também.
Estou a pensar sobre se fico angustiada,
Fuigitava de mim mesma e com medo tracada.
Ou se abro a porta e a deixo entrar,
E fazer o que é pra ser feito.
A agunstia está só aqui no pensamento discursivo,
Pois aqueles que me conhecem de verdade
Sabem o que vou fazer.
Em ambas situações tenho medo.
Mas o meu maior medo é o medo;
Do medo de não ter a coragem de viver, tentar, ousar.
Estou me preparando para cada vez mais sofrer.
Será que minha alma suporta mais dores que já possuí?!
By H. Strega
Solte sua alma
Liberte seu coração!
Não seja prisioneira de si mesmo
De um sofrimento que acontece
Por antecipação
Que nem se sabe, se de fato acontecerá.
Abra suas asas
Se permita voar,
Você é um anjo invisível na terra
Disfarçado por Deus por algum propósito.
Ah! Nem tentemos entender os propósitos de Deus.
São inteligíveis a nós meros mortais.
Mas, ei psiu!!!!
Preste atenção suas asas são reais
Ainda que invisíveis.
Eu as posso sentir e ver
Porque você bem sabe
Meus olhos não comuns.
O sonho nasce
Quando a realidade fica dura com a gente.
Cruel, malvada, nos deixando
Em supostos becos sem saídas.
Mas é no suposto beco sem saída
Onde o desespero nasce,
A mente se move,
O sonho nasce,
E os seres humanos magicamente
Criam asas e voam para longe daquele beco.
Indo em direção das coisas,
Se solte meu anjo!
Não há beco sem saída!
Fim sem gerar recomeço!
Desencontro sem gerar encontro!
Desespero que não gere esperança!
Pois é de repente!
Para sair da realidade-pesadelo
Sonhando e acreditando que tudo passa!!!
Amo-te! Bem vindo ao sonho meu anjo!
30 de maio de 2009
Não fazem muitos dias e não é a primeira vez
Que uma pessoa querida me chamou de doentia.
Revelando que meu comportamento,
Meu modo de pensar, agir
E de amar eram doentios.
Talvez porque no ato de amar
Eu sempre vou para além e rompo com aquele
Comportamento previsivelmente esperado...
Estas falas me deixaram evidentes
Sobre o quanto eu me submetia à humilhação,
A tolerância e rejeição de amar sem ser amada.
Ora!Quem ama deseja o bem do outro incondicionalmente
Ainda que este bem não se faça ao seu lado.
Quem ama só quer que o outro esteja bem
Vivendo um estágio de felicidade plena.
Quando amo se for preciso movo montanhas
Ponho de cabeça para baixo o mundo
Para que o outro possa ser feliz:
Assim sendo já fui entendida como passional.
Aceito a humilhação de não ser amada
E a rejeição de ser colocada propositalmente
No campo de invisibilidade...
E não pense que não dói!
Muito pelo contrário dói muito,
Dói tanto que às vezes penso ser feita de dor e desamor.
Mas desta dor, desta condição
Ainda que pareça contraditório nasce à luta.
Que tem por objetivo ver o outro feliz.
Seja lá onde for?! Seja lá com quem for...
Não me considero plenamente doentia,
Pois desejar a felicidade de quem a gente ama de verdade
Requer saber conviver e sobreviver
Há diferentes formas do dor
Às vezes não me reconheço e me sinto AMORFA.
Doença boa e estranhamente viciável
Buscar promover a felicidade de quem eu amo...
Fazendo, aceitando situações e dores
Que quase matam!
E que o outro nunca saberá que senti!
Pelos sofrimentos que passei para
Que ele tivesse momentos de felicidade,
Longe de mim que o amo tanto!!!
Que sinto falta do cheiro
Do intenso beijo, do abraço forte,
Do sorriso tímido
De aventuras que ficarão só entre nós.
Lembranças que morreram conosco.
Mas que para ele infelizmente
Parecem-me já estarem mortas.
Faz parte da vida como disse-me uma amiga
Amar e não ser amada!
Talvez seja uma questão relação à madrinha Afrodite
Ou a certeira ou não flecha do Cupido.
Mas se vocês realmente consideram isto uma doença
Pode ser que vocês estejam certas em uma certa medida
Levando em conta o quanto sou alimentada
Por uma dor “conscientemente”, não voluntariamente!
Mas sinceramente!
Eu prefiro um milhão de vezes estar doente de amor
Do que ter uma vida quase apática feita de aparências
Onde o medo me mantivesse numa redoma
E a coragem fosse apenas ações ocasionais,
Sem qualquer “intencionalidade” oficial.
Prefiro a dor.
Não gosto de artificialidades e simulações
Fruto de medo dos “sinóptico” sociais
Que modelam os bons costumes.
Sim! É verdade!
Minha dor é tanta
Que ninguém nunca poderá saber
O seu tamanho e as coisas que tolero por amor.
É mais que engolir sapos,
Mas engolir bois com chifres que vão rasgando tudo por dentro.
Entretanto, melhor ser doentia
Do que ser aparentemente seca
Para manter a pose
E não evidenciar a dor para os “sinópticos”.
Um dia eu me curo!
Não necessariamente com novo amor.
Mas esperando os outros entenderem
Que todos que amam de verdade
Fazem coisas incríveis em nome do amor.
By H Strega
27 de maio de 2009
Nossa como é difícil desconstruir coisas!!!
Fazer faxina interna
Tirar aquilo que nos faz mal,
Porque assim fazendo parte do que nos faz bem vai também...
Entretanto, como certas coisas ou situações
Nos fazem mais mal do que bem
É preciso ter coragem e apertar o botão de delete.
O delete não é eterno.
Pois tudo sempre pode ser reconstruído
Claro que não será da mesma forma, do mesmo modo...
Pode ser que a recontrução fique melhor
Ou que não fique tão boa como a anterior...
E isto pode até provocar saudade
Fazer a gente chorar
Ter sentimento de arrependimento...
Mas tudo o que eu sinto no momento
É alívio...
Alma mais leve...
Uma leveza que a tempos não experimentava.
Fruto de uma batalha interna
Entre a coragem e o medo.
E a coragem venceu, por ora!
Nada de eternidade
Só posso falar do que sinto agora.
Já há uma pontinha de saudade.
E que um cadinho de medo que restou,
Daquilo que chamei de coragem.
Mas sempre me lembro
De uma música de uma amiga
Sempre conversamos sobre
Este pedacinho de letra que colocarei a baixo
A letra da música diz:
“A semente morre pra nascer, só Deus
mensura sua dor e multiplica em amor,
pra que a vergonha de chorar
é só um princípio do crescer
quem ama esta marca de criança simplesmente
aprende a viver” (Ziza Fernandes)
E Ziza só escreve das coisas que vive
Hoje entendo melhor este fragmento
Manderei um e-mail a ela.
25 de maio de 2009
Hoje eu queria um colo
Sem nome, sem dono...
Apenas com a forma de aconchego
Que me pegasse no colo
E que me deixasse chorar
Tudo que eu preciso;
Sem perguntar o motivo.
Queria apenas ser acolhida, aquecida de amor e amizade...
Sentir uma mão entre meus cabelos
Me fazendo carinho, me dando aconchego.
Que escutasse meus soluços
Que que deixasse-me derramar todo o meu pranto
Até ele parar de sair, chegar ao fim, secar...
Ficar ali naquele colo, qualquer colo...
Entre soluços e silencios
Chorando quietinha e sendo acariciada,
Amparada, sentido-me bem aconchegada
Entre colo, abraços e carinhos...
Procurar a felicidade dentro de mim.
E quando toda lágrima que há dentro de mim
Conseguisse, enfim sair...
E com minha alma mais leve.
Receber deste colo sem nome um abraço sem fim.
Um beijo no rosto demorado e uma frase no ouvido
Meio que sussurada:
-Quando precisar de mim estou aqui!
(By H.Strega)24 de maio de 2009
Olhe nos meus olhos
Bem lá no fundo deles
Onde minha luz começa a nascer,
Onde há palavras que não sei dizer.
Observe os desenhos que neles se fazem
Entre pupila, retina, leves riscos e cores.
Se você for capaz de os lê
Saberá verdadeiramente, tudo o que
Sinto e penso
Sobre o mundo, as pessoas e sobre você.
Ei, psiu! Venha os lê, porque eles revelam
Coisas que as palavras são poucas e suas
Montagens se fazem precária em meus lábios...
Mas os meus olhos dizem
O que eu não sei lhe dizer.
(By H.Strega)
18 de maio de 2009
Por que o amor não faz numa linha reta?
Por que as pessoas que se amam ou as que amamos,
Não vêm sempre em nossa direção?
Ou não caminham sempre ao nosso lado?
Por que o amor parece, às vezes caminhar na contra-mão?
Talvez porque amar seja viver uma aventura cheia de surpresas.
E se o caminhos fosse fácil ou pré-determinado,
Tipo em linha reta ou lado a lado, o tempo todo.
Não poderíamos chamar este sentimento de amor.
Porque o amor se desenvolve sempre numa dinâmica
Onde há uma certa medida de alegria e dor.
Mas mesmo sabendo disto todos queremos
Trilhar os estranhos caminhos do amor.
Eu quero o amor, amar e ser amada
E experimentar todos os sentimentos que se mescam ato de amar.
(By. H.Strega)
17 de maio de 2009
A dor!
As dores...
Nas suas multiplas medidas
Nas suas diversas formas
Por seus diferentes motivos
No entendimento de suas diversas causas.
A dor!
As dores...
Às vezes provoca auto-reclusão
Ou escolhe uns sujeitos para exclusão
Pode nos fazer mover em busca da cura
Ou até nos tornar curandeiros
E fazer nos apaixonar pela alquimia e pesquisa.
A dor!
As dores...
Que a gente sente sem saber o motivo
Que às vezes achamos não ter a cura
Que muda nossa personalidade
Que altera nossa história
Que pode nos ensinar a ser melhor
Que por pior que seja
Nos faz valorizar e desejar
Os momentos que vivíamos sem dor.
(By H.Strega)

Mais uma Luz veio brilhar no mundo
Acender nosso coração e almas
Com alegria, esperança e sonhos.
O nome desta pequena Luz é Anthony.
Eu ainda não conheço seu rosto
O som da sua sua voz
A gostosura de seu riso
O brilho dos seus olhos
As formas e expressões
Que o fazem ser único neste mundo.
Mas seja bem vindo Raio Luz!!!
Você já ficou muito tempo
Aquecido dentro da mamãe Maila:
Agora é a vez de aquecerem-se um ao outro
E aquecer tantos outros que estiveram ansiosos
Por sua chegada ao mundo como a vovó, Lou.
Bem vindo ao mundo onde você
Brincará todos os dias de ser
Feliz para sempre!
(By Helô Strega)
10 de maio de 2009
Toda Mãe é feita de magia
Vive entre dores e alegrias.
Mas gosta de ser Mãe todos os dias.
Pois ai daquele que tentar
Tirar-lhe esta magia, este sonho de ver
Seu filho crescendo dia após dia.
Quando estão grávidas
Ficam com aparencia de Fadas.
No dia em que seu filho nasce
Ficam rindo feito crianças
Que acabam de ganhar
O presente que mais sonhavam no mundo.
E enquanto seus filhos crescem
As Mães dizem todos os dias para si mesmo orgulhosas:
“Eu sou o instrumento mágico
Que gerou este ser encantador no mundo”.
Ainda, olhando seus filhos crescerem.
Elas em silêncio pedem a Deus:
“Que ele ajude o mundo a ser melhor
E que sua existência neste mundo, seja repleta de Felicidade”.
Estas são às mágicas Mães, pedem mais por seus filhos,
E constantemente esquecem de pedir para si mesmas.
By H.Strega
Às vezes fico pensando
Se é verdade o ditado que diz:
“Que cada um de nós
Tem o que merece!”
Eu discordo e particularmente,
Considero que ele não
Se aplica em todos,
Pois conheço tanta gente boa
Que sofre tanto neste mundo.
E outras que procuram
Repuduzir e dar o amor ao mundo,
Que dele receberam.
Mas recebem em resposta o desamor.
Então, quero reformular o ditado:
“Algumas pessoas têm o que merecem
e outras infelizmente são injustiçadas pela vida”
(By H.Strega)
"Mentira tem pernas curtas, mas olha que a danada anda pra karalio, mas não adianta mais cedo ou mas tarde ela precisa parar e descansar e, é aí que a gente ou alguém a pega"
By Adaptação de H. Strega
8 de maio de 2009
Aqui o instrumental dela, arrepiaaaaaaaaa!!!!!!
Charlie Chaplin-Tema do filme 'Luzes da Ribalta'
Flauta de Pan-George Zamphir
Luzes Da Ribalta
(Charles Chaplin / Geoffrey Parsons - Versão: Antonio Almeida)
Vidas que se acabam a sorrir
Luzes que se apagam, nada mais
É sonhar em vão tentar aos outros iludir
Se o que se foi pra nós
Não voltará jamais
Para que chorar o que passou
Lamentar perdidas ilusões
Se o ideal que sempre nos acalentou
Renascerá em outros corações
Aqui ela cantada:
Hoje esta música está habitando meu coração e minha alma.
É bela e tristeeeeeeeeeeeee!!!! Mas ainda assim belaaaaaaaa!!!
Como a tristeza pode ser bela?
Pode ser acho que é porque a dor nos dá tanto como a alegria a certeza de que estamos vivos.
Um abraço em mim mesma!!!!
3 de maio de 2009

Há vazios que me habitam,
Que não consigo preencher.
Pois eu sei o que me falta,
Mas as coisas que me oferecem
Pouco me interesssam.
Os vazios na minha concepção
São podem ser preenchidos
Por aquilo que lhes fazem falta
E nem adianta tentar se enganar.
Já tentei! Acredite.
Procurei colocar coisas outras
Nestes espaços vazios
E por mais que parecessem transbordar
Com diversos outros elementos.
Nunca nada encaixou de verdade.
Porque os espaços vazios
Foram feitos para serem preenchidos
Daquilo que verdadeiramente lhes falta.
Serei fadada a ficar com este eterno vazio?!
Não! Nem gosto de imaginar.
Isto eu não quero.
Eu eu sei onde estão os elementos dos vazios
Quem me habitam.
Tudo que preciso descobrir...
É como sem assustá-los
Fazer com que venham a mim
Preencher os vazios que há em mim.
Será dificil, mas não vou desistir.
Pois para ser feliz preciso preencher
As lacunas, os vazios que habitam em mim.
By H.Strega
1 de maio de 2009
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Hoje é dia do trabalhador
Gosto muito de dois pensadores
Que falam sobre a diferença
Entre trabalho e emprego.
O nome deles é Karl Marx e Paulo Freire.
Segundo eles EMPREGO
É a venda do seu corpo e das coisas
Que ele pode produzir em troca de um capital financeiro,
sem envolvimento afetivo com a função.
E TRABALHO é aquilo que edifica o homem,
Que sentimos necessidade de fazer
Para nos sentir mais completos neste mundo,
O trabalho é o ato que nossos corpos produzem no mundo
Por desejo e sem este ato nos sentimos de certos modo vazios,
Meio infelizes e incompletos neste mundo...
Quando estamos trabalhando é claro que desejamos
Receber algum capital financeiro por ele,
Mas o maior capital que recebemos
É o ato de estar fazendo exatamente aquilo que amamos,
E que de certo modo da sentido a nossa existência.
Neste sentindo o capital financeiro
Se torna secundário.
Não desnecessário, pois vivemos em um mundo
Onde o capital financeiro é necessário em parte
A manutenção de nossa existência no mundo
Com um pouco mais de dignidade social.
Eu sou feliz por estar no mundo TRABALHANDO
Exatamente naquilo que amo,
Vou para o meu trabalho com alegria
E por mais cansada que eu possa estar na execução do ato
Todo cansaço, magicamente, some diante dos alunos!
E minhas forças de trabalho ficam a zero kilometro.
E este é um sentimento que os empregados simplesmente
No sentido marxista e freiriano,
Provavelmente não poderão sentir.
Pois no fundo estão na condição de um "escravo pago"!
Não na função de alguém que se completa como ser humano
Fazendo algo que efetivamente ama, sendo remunerado por isto.
Eu amo meu trabalho!
E agradeço aos deuses todos os dias,
Por poder TRABALHAR e não estar simplesmente
Na condição de EMPREGADA!
Obrigada Neelenia, guardiã dos meus caminhos, pelo meu Trabalho!
By H. Strega











